domingo, 5 de julho de 2015

A Love, A Coffe & Paris - Fanfic de "Um Amor, Um Café & Nova York"


Capítulo Um
É a nova trilha sonora
Eu poderia dançar nesta batida, batida
Para todo o sempre
As luzes estão tão brilhantes
Mas elas nunca me segam
Taylor Swift – Welcome to New York
ESTOU NO CENTRAL PARK. Irreconhecível. Pelo menos era isso que eu esperava. Sempre que venho aqui para ficar sentada curtindo o inverno nova-iorquino, penso nas inúmeras pessoas que queriam estar no meu lugar. Tento me forçar a não ser ingrata. Não sou. Eu amo minha mãe e meu pai. Mas acho que eles são meio que uma das causas dos meus problemas. É difícil ser filha de uma Rainha do Pop.
Meus pais se chamam Camila e Guilherme. Os nomes deles são bem esquisitos, mas é porque são brasileiros. Meu nome é Rose. Bom, realmente não é fácil ter uma vida normal quando a sua mãe é uma cantora famosa e seu pai é administrador de uma gravadora. Eles quase não passam tempo comigo, mas eu entendo que eles fazem isso para me dar do bom e do melhor.
Eu me esforço para não ser ingrata, mas é difícil ser adolescente quando todo o passo que você dá é vigiado por alguns paparazzi. Eu só queria ir e voltar da escola normalmente. Viver uma vida normal. Viver.
São quase cinco da tarde e eu ainda estou curtindo um pseudo pôr do sol. Os prédios e o inverno não ajudam muito minha visão. Hoje também é uma segunda-feira. Um dos melhores dias do ano talvez. Fiz minha última prova e estou de férias. Sobrevivi mais um ano de High School. Só falta mais um. E depois é estudar História da Arte em Georgetown.

MEU CELULAR TOCA. É meu namorado Augusto. Ele também é brasileiro. Estou cercado de Brasil. Ainda me lembro da última vez que eu fui ao Brasil. Tinha oito anos. Não me lembro de quase nada. Minha visita pouco o Brasil. Meus avós agora moram aqui em Nova Iorque.
- Alô! – atendo.
- Oi, minha princesa. Como você está? – Augusto me pergunta.
- Estou ótima. – minto.
- Estou indo para sua casa para comemorarmos o nosso dia. – ele comenta.
Gelo. Eu havia esquecido completamente. Ando tão atarefada com trabalhos e a rotina de estudos. Além da escola, ainda tenho inúmeras atividades extracurriculares. Balé; canto; piano; saxofone. Para minha sorte, eu havia comprado um presente para o Augusto há um mês. Comprei uma guitarra nova para ele. Augusto tinha uma banda com seus amigos.
- Te espero lá, amor. – digo. – Beijo.
- Um beijo. – ele diz e eu desligo.
Corro para o meu apartamento que é em frente ao Central Park. Cumprimento o porteiro. Pego o elevador e vou para a cobertura. Eu tinha sorte. Eu tinha seguranças, mas eu conseguia lhes convencer a não ficarem perto de mim. E também os convencia a não usar aqueles horríveis ternos pretos chamativos. Eles sempre passavam despercebidos. Então, se alguém me visse no Central Park. Veria apenas uma garota de toca, cachecol, sobretudo e óculos escuros pensando na vida.
Augusto não demorou a tocar a campainha. Eu havia pendurado meu sobretudo e cachecol, colocado meus óculos em uma gaveta dentro do meu closet  e já havia pego a guitarra que estava guardada há um mês no meu quarto e colocado-a no sofá. Abro a porta animada e sou recebido com um selinho. Augusto está com um envelope nas mãos.
- Feliz Aniversário, meu amor! – ele diz.
- Feliz Aniversário! – digo.
Era nosso primeiro ano de namoro. Eu o conheci por causa das minhas aulas de balé. A mãe do Augusto é coreografa e o obrigado a participar de todo tipo de dança, mesmo ele não levando o menor jeito para nenhuma. Ele conseguia erra até uma simples valsa.
- Eu comprei aquela guitarra pra você. – apontei para a guitarra que estava em cima do sofá. Ele ainda não tinha percebido.
- UAU! – ele deu um grito eufórico. Ele correu até a guitarra, a pegou com cuidado e ficou tateando-a. Parecia que ele não estava acreditando que eu havia lhe dado. – Você comprou o modelo mais atual da... – e disse o nome de uma marca que eu não fazia ideia da existência. – Abra o seu, por favor!
Abri o envelope. Estava esperando uma carta apaixonada ou uma foto emoldurada. Eu realmente não gosto de receber presentes caros e ele sabe disso. A única coisa que eu não tenho pena de gastar é com viagens. Há algumas folhas dentro do envelope. Dou minha atenção as letras e fico estupefata quando me dou conta do que é.
Passagens aéreas. Passagens aéreas para Paris. Eu dou um grito histérico e Augusto vem correndo me abraçar.
- Não pode ser verdade. Você não pode ter feito isso comigo. Vamos passar duas semanas em PARIIIIIISSSSS. – grito dentro do apartamento e fico pulando feito uma louca. – Você é o melhor namorado do mundo. – eu o abraço e dou uma sequência de selinhos nele. – Obrigado. Muito obrigado.
- Eu falei com meus pais e por eles está tudo bem. – Augusto disse.
- Minha mãe vai deixar também. Ela ganhou do papai uma viagem de um mês pra cá quando eles ainda moravam no Brasil.
- Você já me contou isso. – Augusto comentou.
- Sim. Meus pais têm uma história de amor linda.
Recordo-me de tudo de bom dos meus pais. Talvez eu não me esforce tanta para não ser ingrata.

- NÃO! NÃO! E NÃO! – minha mãe repetiu. Ela não parava de andar de um lado para o outro na sala. Meu pai estava me consolando. E eu, chorando. Eu já havia me humilhado para ela, mas ela não quis me escutar. Disse apenas que eu não iria para Paris com o Augusto, que se eu quisesse ir pra Paris, iria com ela e com meu pai agora que estou de férias e que o Guto era louco de comprar coisas caras para mim.
- O Guto gastou uma fortuna com passagens, hotel, pacote. Eu vou pra Paris sim. E se a senhora não deixar, eu vou do mesmo jeito e não vou mais. – gritei quando eu me levantei.
- Rose, vamos conversar. – meu pai tentou me acalmar em vão.
Entrei cheia de raiva e tristeza ao mesmo tempo no meu quarto. Todo o esforço do meu namorado tinha sido em vão. Chorei, chorei, e chorei mais enquanto meu pai tentava me acalmar. Meu pai ficou ali por um bom tempo até eu adormecer.

ACORDEI FELIZ COM alguém me cantando uma cantiga de ninar. Era minha mãe cantando. Sua linda e doce voz. Não tinha como ficar com raiva dela.
- Desculpa, filha.
- Desculpa, mãe.
Abraçamos-nos.
- Você vai pra Paris, Rose.
- Sério, mãe?
Meus olhos brilharam de alegria. Eu estava iria daqui há uma semana para Paris com meu namorado. Isso seria um sonho.
- Sério, filha. É verdade. Rose, filha. Eu te amo. Eu sei que posso não ser a mãe mais presente, a mãe que é a melhor amiga. Mas saiba que eu te amo muito. Eu sei só fiquei nervosa porque eu tive um dejavú.  Você sabe muito bem que quando eu e seu pai fizemos três anos de namoro, ele me deu uma viagem de um mês para Nova York. Estávamos namorando, amando, apaixonados. Só que Nova York sempre teve muitos brilhos, e um deles ofuscou nosso amor. Eu não quero que você faça o mesmo. Você ama as artes. Paris é cheia de galerias e museus. Eu não quero ser pessimista, nem ser vidente. Mas eu só quero que você decida bem o que tem mais importância pra você. O amor da sua vida ou seus sonhos? Quem você escolheria?
- O Augusto...
- Não me responda. – ela me interrompeu. – Independente da sua escolha, eu vou apoiá-la. Só quero que você seja sincera com você mesma.
As palavras da minha mãe me tocaram e eu lhe dei mais um abraço. Um abraço caloroso e verdadeiro que há muito tempo eu não sentia. Eu espero mesmo que eu não tenha que fazer a “escolha” que a minha mãe. Na verdade, eu não nem ter opções. A única opção que eu quero é o Guto.
Minha mãe saiu do quarto depois de um tempo e eu liguei para o Guto.
- Oi, meu amor. – ele atendeu – O que sua mãe disse?
- Bom... – disse parecendo desanimada.
- Ela não deixou, né?
- Pronto para nossa próxima viagem?

terça-feira, 30 de junho de 2015

A Culpa É das Estrelas - John Green (Editora Intrínseca)

Um dos livros mais falados de 2014, A Culpa É das Estrelas (The Fault in Our Stars) do escritor John Green, é um livro que quase todo mundo já leu, e quem ainda não leu, já ouviu falar. O livro que ganhou adaptação para o cinema ano passado – 2014 – e foi um sucesso de vendas.
A Culpa É das Estrelas conta a história (uma parte) de Hazel Grace Lancaster, uma garota de dezessete anos com câncer. Apesar dela não gostar das pessoas sentirem pena dela ou do tratamento diferente que ele recebe dos pais, Hazel vive uma vida rotineira e vazia. A jovem lê o mesmo livro sempre (Uma aflição imperialRecomendo!), assiste American Next Top Model e o resto do tempo passa na sua condição de filha. A mãe de Hazel é superprotetora.
Mas a sua “vida rotineira e vazia” muda quando ela conhece Augustus Waters, um garoto que já teve câncer de uma perna só (HAHAHA) e perfeitamente incrível. Augustus não é um adolescente normal, assim como Hazel. Porém, não é o câncer que diferencial os dois dos demais. É o modo de ver o mundo, o conhecimento, o intelecto. Augustus e Hazel fazem o tipo nerdCDF, intelectuais, que tomam chá e ao invés de conversaram, filosofam. O modo como eles veem o mundo, o câncer, a sociedade, a vida, é incrível. Ponto para o John Green por criar personagens fantásticos.
A amizade de Hazel e Augustus cresce a cada encontro, momento, segundo da história. Você torce pelo “casal” o tempo todo. A Hazel é uma pessoa fantástica. Ela não é aquela personagem principal chata. Muito pelo contrário, seus pensamentos e humor negro são divertidos e me trouxeram boas gargalhadas enquanto eu li.
“O Augustus me perguntou se eu queria ir com ele à reunião do Grupo de Apoio, mas eu estava muito cansada, depois de passar um dia inteiro ocupada Tendo Câncer”.
– Página 118
O Augustus é um ser humano incrível. Ele é bem humorado, apesar da vida não ter sido muito boazinha para ele. A paixão que ele sente pela Hazel é emocionante. A cabeça do Sr. Waters, sua mente, seus pensamentos e suas ideias são admiráveis. Ele pensa um pouco parecido comigo. Até o seu medo de não ser esquecido. Ele não é muito diferente da Hazel, e um das coisas que eu mais gostei nele foi também seu sendo de humor.
- Cara, você é demais – falei pra ele.
- Aposto que diz isso para todos os garotos que bancam viagens internacionais para você – ele retrucou.
– Página 87.


Com uma narração leve, gostosa e divertida; dois personagens principais inteligentes e legais; além de personagens secundários cativantes, A Culpa É das Estrelas foi uma das leituras mais deliciosas que eu fiz na minha vida. Não vou dizer que foi o melhor livro que eu já li, mas valeu muito a pena. É incrível, fantástico, e eu aprendi muito com ele.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Supernova: O Encantador de Flechas - Renan Carvalho (Novas Páginas/Editora Novo Conceito)

Sabe quando você lê um livro que nenhum amigo seu conhece e você vira fã e acaba emprestando o livro pros seus amigos pra eles virarem fãs também? Bom, isso aconteceu comigo. E o livro foi Supernova: O Encantador de Flechas. "O Encantador de Flechas" é o livro 1 de uma futura série chamada de "Supernova". O mundo de Supernova é um mundo onde praticar magia é algo banal, porém, "O Encantador de Flechas" tem como cenário a cidade de Acigam, que está mergulhada numa implacável ditadura, e onde também o uso de magia é proibido. E é nessa cidade que encontra-se o protagonista da história: Leran... Ou apenas Le. Leran é um jovem de 16 anos que nasceu e cresceu em Acigam. Leran é uma das poucas pessoas que conhecem a "verdade" - e olha que ele não conhece quase nada. Leran vive com a mãe e a irmã, tem aulas de encantamento com seu avó - aulas escondidas, é claro! -, além de estar terminando o colégio. Em meio as confusões que todo adolescente tem em escolher uma carreira após o High School, um acontecimento visto por Leran vai marcá-lo para sempre.
O livro é escrito pelo fofo do Renan Carvalho - o autor mais lindo e gostoso do Brasil - e devo admitir que o Renan escreve muito bem. Eu gosto de dividir os autores que eu gostam em duas categorias: os que escrevem bem, e os que escrevem uma boa história. O fato é que o Renan se encaixa em ambas categorias. O livro é dividido em quatros partes e narrados em primeira pessoa em cada uma delas. Na Parte 1 temos a apresentação do mundo de Acigam, da Guilda - organização rebelde comandada pelos magos -, dos Silenciadores e de quase todo o cenário da história. Embora a Parte 1 seja uma apresentação do mundo distópico-fantástico que estamos adentrando, a leitura flui bem e não há as famosas "partes chatas do livro".
Já na Parte 2 é onde TUDO acontece. Eu fiz oito marcações no livro de coisas que eu achei importante, e SEIS foram na Parte 2. Nessa parte também foi aonde eu encontrei os piores pontos do livro. Eu sentia raiva de ler algumas páginas. Tentando sintetizar essa parte. O Leran, como a maioria dos garotos da sua idade, é muito infantil. A ação, revolução tá rolando solta, as pessoas estão matando e morrendo pelo o que elas acreditam e ele está ali como mero coadjuvante da história. Nessa parte, ele cumpre basicamente a função de narrar os fatos - e ser chato, é claro. Judra - sua namorada - o abandona deixando apenas uma carta e ele começa a chorar e dramatizar. Eu entendo que as pessoas ficam triste, mas o que me irritou foi a sua recuperação muito rápida. A transição do seu choro pelo abandono para um "seguir em frente" não durou nem 2 páginas completa. Ele se recupera fácil, não é? A sua narração em primeira pessoa torna-se massante e chata. "O Leran é chato" Entendam isso antes de ler. Eles faz comentários desnecessários e as cenas de ação dessa parte são confusas - por causa da narração em primeira pessoa.
Continuando na Parte 2, nós vemos já a transição do Leran. O Leran, como protagonista, acaba sendo o personagem mais importante da história. O Leran é um encantador de fogo, e mesmo ele não sendo o mais espetacular da Guilda, ele se destaca dos outros por uma categoria sua não-mágica: a inteligência. O leitor atento percebe nas entrelinhas a personalidade ainda escondida de nosso protagonista.
A Parte 3 do livro é a segunda melhor parte do livro. Diferente de todas as outras, ela não é narrada pelo Leran. Judra narra a história. Durante a leitura das partes 1 e 2, você cria várias suposições e especulações sobre intrigas, planos e traições, e acaba que você não recebe respostas porque o protagonista é muito lerdo pra perceber. Durante a leitura, pensei também em que uma narração em terceira pessoa, seria mais eficiente, mas durante a leitura da Parte 3, vi que a narração em primeira pessoa coube perfeita. Lê o ponto de vista de Judra, conhecer a sua história - que não foi contada nas outras partes -, além de ter acessos a informações de que Leran não sabia foi uma das coisas mais gostosas de ler. A Judra é uma personagem fantástica. Ela é forte e determinada. A moça uma hora ou outra deixa seu coração falar mais que a razão. Porém, ela aprenderá da pior forma que isso não é bom.
Chegando na parte 4 do livro que, COM CERTEZA É A MELHOR PARTE DA HISTÓRIA. Tudo na parte 4 é perfeito. Cenas de luta, segredos que desvendamos, e até a narração. Sim, o Leran DEIXOU DE SER CHATO. Abrindo um parênteses, eu adoro quando o personagem evolui durante a história e isso acontece com o Leran. Ele deixa sua infantilidade de lado e torna-se realmente um "homem". Le se torna muito maduro para a sua idade e ele acabou ganhando a minha simpatia depois disso. Ele disse uma frase que eu marquei no meu livro porque ela comprovava a minha dedução.
"- Você só esqueceu de uma coisa, Milo - digo, com muita firmeza. - Eu não sou mais um garoto".
Eu já havia percebido a mudança do nosso herói desde o primeiro capítulo da parte 4, mas só pude ter a certeza depois de ler essa frase. E tem mais, há muitos, mais muitos traidores - e personagens mortos - nesse livro. Não se apegue a ninguém. Também já adianto pra você, leitor, não tentar ser justo. Alguns personagens vão ser injustiçados durante a história. Isso é uma distopia, afinal!
Com uma escrita fantástica, trabalho editorial quase impecável(há alguns erros gramaticais, culpa da revisão), e com ilustrações maravilhosas, Supernova: O Encantador de Flechas é uma ótima leitura para leitores de distopia e fantasia que procuram um novo livro pra criar um fandom. Eu já estou tentando criar o meu na minha cidade. Sou um encantador das Trevas, além de algumas habilidades com a água. Renan Carvalho está de parabéns e seu livro recebe  porque sim, é muuuuuito bom.

Caso queiram conhecer um pouco mais sobre o mundo e sobre o autor, acessem: http://www.renancarvalho.net.br/

segunda-feira, 27 de abril de 2015

TAG: Bolo Literário

Esse é o primeiro post do blog e resolvi começar fazendo a tag do "Bolo Literário". A tag "Bolo Literário" consiste em você montar os ingredientes de um bolo com livros. Vi essa tag há algumas semanas atrás no blog Entre Lances e Romances, blog que uma das administradores é minha amiga - Vivian. São oito ingredientes e eles são associados a livros. Bora fazer nosso bolo?

FARINHA: Um livro que começou lento, mas ficou interessante.
Sucesso. Best-seller. Brilhantes. Uma das características do livro da Suzanne Collins. A história é fantástica e a trilogia é brilhante. Mas o começo do livro é muito chato. O livro só começa a ficar bom na segunda metade, quando a ação finalmente acontece. A autora passa quase duzentas páginas apenas explicando sobre os jogos e o mundo que ela criou: PANEM, os distritos e características. Mesmo sendo uma boa leitora, é capaz da pessoal abandonar o livro com a parte chata do livro - que é quase duzentas páginas. Então, escolhi "The Hunger Games".



MARGARINA: Um livro com enredo marcante.
Divergente. Embora os outros dois livros dessa trilogia tenham um enredo marcante, também. Escolhi Divergente como um todo. Diferente de "The Hunger Games", o livro não começa chato e pode até surpreender alguns pela ação que começa logo nos primeiros capítulos. Eu sou apaixonado pela série - mesmo ela não sendo muito boa. Convergente pode também entrar na lista. Afinal, os três livros tem três enredos diferentes. Nem parece que é a mesma história. Uma rápida crítica: Como a autora conseguiu fugir totalmente do foco? Divergente fala de uma coisa, Insurgente é bem mediano e Convergente é uma reviravolta total. Triste o que aconteceu com a série, mas tratando de enredo. É um ótimo livro.

OVO: Um livro que achava que ia ser ruim, mas acabou sendo bom.
Até hoje não sei como eu li Crepúsculo. Eu apenas assistia os filmes. Não tinha menor vontade de ler o livro. Mas, em um dia que eu estava na biblioteca da escola para procurar Percy Jackson - que não tinha -, acabei que o encontrei e como eu não tinha nada para ler, resolvi arriscar. Foi a melhor coisa que eu fiz na minha vida. O livro é muito bom, mil vezes superior ao filme. A narrativa da Bella é muito boa - embora ela seja uma personagem bem deprimente. E depois de ler outros livros, ainda pude notar de como Stephenie Meyer é uma autora brilhante. Com certeza essa mulher nasceu pra ser escritora. Ela escreve muito bem. Mesmo que não gosta da saga, tem que tirar o chapéu pra essa mulher.

AÇÚCAR: Um livro doce e pegajoso.
Você já ouviu falar de Paula Pimenta? Ou Fazendo Meu Filme? Pois bem. Se você não ouviu falar, vá a livraria mais próxima e compre Fazendo Meu Filme 1. O livro é muito bom. Doce, fofo, romântico, ideal para adolescentes. A Fani tem dezesseis anos, adora filmes, seus amigos e tem outras qualidades mais. A escritora de livros cor-de-rosa, como a Paula gosta de ser chamada, escreveu uma história doce e pegajosa, muito pegajosa. Fazendo Meu Filme 1 foi o primeiro livro que eu terminei de ler em menos de 24 horas. Eu comecei as nove da noite, e antes da hora do almoço do dia seguinte eu já tinha acabado. Se você gosta de um bom romance, vai adorar.



FERMENTO: O maior livro que você já leu.
A Passagem, As Crônicas de Nárnia e O Senhor dos Anéis é maior que esse livro. Mas A Guerra dos Tronos - livro um de As Crônicas de Gelo e Fogo - foi o maior livro que eu já li. Mais de 500 páginas com letra pequena. Ganhei ele no meu aniversário de quatorze anos e amei. Demorei pra ler, mas terminei a leitura - não muito feliz. O livro é muito bom, mesmo o autor matando todos os personagens que eu gosto.


COBERTURA: Um livro que contém todos os elementos que você gosta.
Não tenho nem palavras para descrever o que eu senti lendo esse livro. Eu sorri, chorei, torci, viajei... Enfim. Um amor, Um Café & Nova York é o romance de estréia do jovem escritor Augusto Alvarenga, e vai ser uma trilogia, hein! Os motivos para achar esse livro perfeito: 1) A capa é linda. 2) O título também é. 3) É um romance(e romântico). 4) Em cada capítulo vem uma ilustração que resumi o capítulo. 5) O livro é TODO ilustrado. E o próprio autor que fez. É muito lindo. 6) No começo de cada capítulo tem o trecho de uma música que resumi o capítulo. Ou seja, ganhamos uma trilha sonora. Romantismo, viagem, café, Estados Unidos(Nova York), BH... Enfim, o livro tem tudo o que eu gosto.

GRANULADO: Um livro que te anima sempre que você está pra baixo.
Eu não vou marcar nenhum livro, porque eu gosto de ler sempre. Não tem um livro que me anime quando eu tô pra baixo. Eu só gosto de ler, independente do meu humor.

CEREJA: Seu livro favorito do ano até agora.
A minha primeira experiência lendo John Green foi com "Paper Towns" e eu posso dizer que não podia ter sido melhor. O livro é fantástico. Os personagens são muito reais. Mas mesmo sendo meu livro preferido até agora, ele tem MUITAS "falhas". Existe vários capítulos entendiantes, e sem contar o final dele que, por favor, que final mais sem graça foi aquele. Porém, mesmo com várias "quedas", escolhi "Paper Towns" por causa da mensagem. Se o John Green quis ou não passar uma mensagem com esse livro, eu não sei. Só sei que aprendi e refleti muito depois que eu o terminei.



Obrigado por lerem. Sintam-se tagueados se quiserem fazer também. Comente por favor o que você achou.

Um abraço, Gabriel Cutrim